As vendas de e-commerce têm aumentado a cada ano na última década, com a receita global projetada para atingir US$ 3,89 trilhões em 2026 (link em inglês). Não é de se surpreender que cada vez mais negócios queiram uma parte dessa receita. Para entrar na onda, é importante saber quais categorias de produtos estão com alta demanda.
Mas nem todas as categorias de compras online crescem de forma igual: algumas absorvem demanda ano após ano, enquanto outras disparam, estagnam ou são consumidas pelos custos de logística e devoluções. A diferença entre "popular" e "lucrativo" está cada vez maior.
A seguir, conheça as principais categorias de compras online por receita, tanto globalmente quanto no Brasil. Use esses dados para ajudar a expandir seu negócio de e-commerce.
Entendendo as principais categorias de compras online
Para identificar as principais categorias de compras online, a análise se baseia em uma estrutura consolidada.
De acordo com a Statista, o e-commerce abrange 14 mercados principais (link em inglês). Usar um único framework padroniza as definições de categoria e evita inconsistências que surgem ao combinar múltiplos relatórios.
As categorias selecionadas foram avaliadas com base em duas métricas principais:
- Tamanho da receita: quanto dinheiro a categoria gera hoje?
- Trajetória de crescimento: com que ritmo essa receita deve crescer até 2026 e nos anos seguintes?
Uma categoria de e-commerce que está ganhando popularidade pode ser um investimento inteligente, mesmo que ainda não gere a maior receita. Por outro lado, uma categoria com alta receita pode estar perdendo relevância ao longo do tempo, o que representa um risco para os negócios.
Ficar atento a produtos em alta também é crucial para as empresas. Itens que se destacam podem impulsionar a receita de toda uma categoria de produtos, gerando aumento no interesse por itens semelhantes.
A seguir, explore as principais categorias de compras online por receita, tanto globalmente quanto no Brasil, além das categorias que tiveram grandes mudanças de receita no último ano.
Principais categorias de compras online por receita: Global
- Eletrônicos
- Moda e vestuário
- Alimentos
- Faça você mesmo (DIY) e ferramentas
- Móveis
- Beleza e cuidados pessoais
- Bebidas
1. Eletrônicos
Os eletrônicos de consumo continuam crescendo em escala. A receita global atingiu US$ 976,02 bilhões em 2024 (link em inglês), um aumento de US$ 98,73 bilhões desde 2018, refletindo uma demanda estável e sustentada.
A tendência é que as vendas globais ultrapassem US$ 1 trilhão até 2030, impulsionadas principalmente por segmentos de alta crescimento como smartphones, equipamentos de games e gadgets para casas inteligentes.
2. Moda e vestuário
A receita do mercado global de moda no e-commerce deve alcançar US$ 957,31 bilhões em 2026 (link em inglês). Entre 2026 e 2030, a expectativa é de um crescimento anual composto (CAGR) de 4,91%, fazendo com que o setor ultrapasse US$ 1,16 trilhão até 2030.
O crescimento do dropshipping de moda facilitou a entrada de novos empreendedores no mercado de roupas online, ao mesmo tempo em que abriu novas oportunidades de parceria para marcas já consolidadas.
3. Alimentos
A receita do mercado global de alimentos no e-commerce deve atingir US$ 905,74 bilhões em 2026 (link em inglês). Entre 2026 e 2030, a categoria deve crescer a uma CAGR de 9,42%, fazendo com que o mercado alcance US$ 1,3 trilhão até 2030. A praticidade das compras de supermercado pela internet, aliada à expansão dos aplicativos de entrega, transformou a maneira como os consumidores adquirem alimentos.
Esse crescimento também acompanha a mudança nos hábitos de consumo. Cada vez mais, fatores como sustentabilidade, produção ética, alimentos plant-based e proteínas alternativas influenciam as decisões de compra, especialmente entre os consumidores mais jovens.
4. Faça você mesmo (DIY) e ferramentas
A categoria de materiais de construção, ferramentas e itens para reforma (DIY e hardware) está entre as maiores do e-commerce global. Em 2024, o setor movimentou US$ 493,8 bilhões em receita, com destaque para materiais de construção e ferragens. Categorias como jardinagem, aquecimento e climatização, além de tintas e acessórios para pintura, também representaram uma parcela significativa desse mercado.
Para 2026, a expectativa é que a receita do e-commerce de DIY e hardware alcance US$ 394,82 bilhões, impulsionada pela crescente demanda por produtos para manutenção, reforma e melhoria residencial adquiridos pela internet.
A possibilidade de comparar produtos, consultar avaliações de outros clientes e receber materiais e ferramentas diretamente em casa torna as compras online especialmente vantajosas nessa categoria. As vendas são impulsionadas por necessidades práticas, já que os consumidores costumam recorrer ao e-commerce quando precisam consertar, substituir ou instalar algum item.
5. Móveis
Globalmente, o e-commerce de móveis gerou uma receita estimada de US$ 263 bilhões em 2025. Até o final de 2026, a expectativa é que esse valor alcance US$ 280,84 bilhões.
Entre 2026 e 2030, a categoria deve crescer a uma CAGR de 4,73%, elevando o mercado para US$ 337,91 bilhões até 2030.
O crescimento do e-commerce de móveis é impulsionado pela busca por mais praticidade na compra de itens volumosos, pela variedade de opções disponíveis online e pela facilidade de comparar preços. Além disso, o fortalecimento das marcas que vendem diretamente ao consumidor (direct-to-consumer, ou DTC) continua transformando o setor. Ao eliminar intermediários, fabricantes de colchões, móveis e itens de decoração conseguem oferecer produtos de alta qualidade a preços mais competitivos.
6. Beleza e cuidados pessoais
Em 2025, o mercado global de beleza e cuidados pessoais no e-commerce foi avaliado em aproximadamente US$ 257 bilhões. Entre 2026 e 2030, a categoria deve se expandir a uma CAGR de 5,32%, atingindo um volume de mercado projetado de US$ 264,69 bilhões até 2030.
Os principais players do mercado incluem L'Oréal, Estée Lauder e Procter & Gamble. Mas marcas que apostam em ingredientes inovadores, faixas de preço competitivas ou produtos de cuidados com a pele voltados para nichos específicos costumam se destacar nessa categoria. A Sallve é um exemplo desse movimento: a marca fortaleceu sua presença no mercado ao desenvolver produtos com base na escuta ativa da comunidade e construir um relacionamento próximo com os consumidores. No setor de beleza, essa conexão com o público é um dos principais fatores para impulsionar o crescimento, tanto nos canais online quanto offline.
7. Bebidas
As bebidas ocupam posição de destaque na lista das principais categorias de compras online, com receitas esperadas de US$ 235,7 bilhões em 2024. O crescimento continua em ritmo constante, com receita projetada para atingir US$ 251,06 bilhões em 2026 e até US$ 344,47 bilhões até 2030.
A categoria abrange três segmentos principais:
- Bebidas alcoólicas: vendas digitais de cerveja, vinho, destilados e mixers.
- Bebidas quentes: café, chá e chocolate quente.
- Bebidas não alcoólicas: refrigerantes, sucos, água mineral e energéticos.
A crescente demanda por cervejas artesanais, chás especiais e cafés premium reflete o interesse dos consumidores por bebidas diferenciadas e de alta qualidade. Embora cada segmento tenha suas particularidades, todos apresentam alto potencial para compras recorrentes e para a fidelização dos clientes.
Principais categorias de compras online por receita: Brasil

As principais categorias de compras online no Brasil mostram um panorama semelhante às tendências globais. Os números da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm) trazem recortes especiais das categorias mais valorizadas no país:
- Eletrodomésticos é a categoria que mais gera faturamento entre os consumidores brasileiros, com uma receita anual que representa 19,65% das vendas online.
- Telefonia ocupa o segundo lugar, com destaque para venda de smartphones.
- Casa e decoração tem seu espaço, com as trends de decoração nas redes sociais e as diversas promoções em marketplaces como a Shopee.
- Informática tem sua fatia de 11,2% do faturamento de e-commerce.
- Eletrônicos e Moda e acessórios ficam empatados em 5º lugar, ambos com 10,4%.
Em seguida entram Beleza e saúde, Esportes, Alimentação, Jogos, Cultura e Outras.
Categorias de produtos mais vendidos online em crescimento
Ao comparar categorias pela CAGR projetada e pelo comportamento do consumidor, há uma divisão clara entre categorias que ainda estão em aceleração e aquelas que estão se estabilizando.
Categorias de crescimento acelerado
Essas categorias combinam bases de receita sólidas com taxas de crescimento acima da média, impulsionadas por compras recorrentes e formação de hábitos.
- Alimentos: o e-commerce de alimentos está entre as categorias que mais crescem no mundo. Entre 2026 e 2030, a receita do setor deve crescer a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 9,42%, alcançando US$ 905,74 bilhões (cerca de R$ 4,6 trilhões). No Brasil, somente o mercado de compras online de supermercado atingiu R$ 90 bilhões em 2025, com projeção de crescimento médio de 16% ao ano nos próximos anos, impulsionado pela reposição recorrente de produtos, pela consolidação dos serviços de entrega e pela popularização dos modelos de assinatura.
- Bebidas: o mercado de bebidas segue em expansão. A receita global deve passar de US$ 217 bilhões (cerca de R$ 1,2 trilhão) em 2026. O consumo frequente e a fidelidade dos clientes às marcas favorecem compras recorrentes em segmentos como bebidas alcoólicas, cafés, chás e bebidas não alcoólicas.
- Beleza e cuidados pessoais: o e-commerce de produtos de beleza e cuidados pessoais deve crescer a uma CAGR de 5,32% até 2030, quando a receita global deverá atingir US$ 264,69 bilhões (aproximadamente R$ 1,46 trilhão). No Brasil, o segmento faturou R$ 791 milhões somente em 2025. A reposição frequente de produtos, aliada à alta fidelização dos consumidores, sustenta o crescimento contínuo da categoria.
Categorias de crescimento mais lento
Essas categorias continuam sendo grandes geradoras de receita, mas o crescimento está moderando — os ganhos vêm da execução, não dos ventos favoráveis da categoria.
- Moda: o e-commerce de moda deve atingir US$ 957,31 bilhões (cerca de R$ 5,27 trilhões) em receita em 2026 e chegar a US$ 1,16 trilhão (aproximadamente R$ 6,38 trilhões) até 2030, com uma CAGR de 4,91%. A demanda permanece estável, mas a concorrência, as devoluções e a pressão sobre as margens limitam o potencial de crescimento.
- Móveis: as vendas de móveis devem crescer a uma CAGR de 4,73% até 2030, alcançando US$ 337,91 bilhões (cerca de R$ 1,86 trilhão) em receita global. O crescimento acelerado durante a pandemia antecipou parte da demanda. Agora, o mercado cresce em um ritmo mais estável.
- Faça você mesmo (DIY) e ferramentas: essa continua sendo uma das maiores categorias do e-commerce, mas o crescimento é gradual, e não acelerado. A demanda está ligada aos ciclos de manutenção e reforma, e não a compras por impulso.
- Eletrônicos de consumo: a receita do mercado global de eletrônicos de consumo continua crescendo e deve se aproximar de US$ 1 trilhão (aproximadamente R$ 5,5 trilhões) em 2026, com taxa de crescimento anual de 2,81% até 2030. No entanto, o ritmo de crescimento é mais lento, impulsionado pelos ciclos de substituição e atualização de dispositivos. Nesse cenário, marcas que mantêm um relacionamento direto com o consumidor (DTC) e desenvolvem ecossistemas próprios tendem a sair na frente.
O que essas tendências significam?
As categorias de e-commerce de crescimento mais rápido compartilham uma característica: a repetibilidade. Alimentos, bebidas e beleza se beneficiam de compras habituais e demanda previsível.
As categorias com crescimento mais moderado estão amadurecendo, não encolhendo. Em moda, móveis, DIY e eletrônicos, o sucesso depende mais da qualidade da execução do que do ritmo de crescimento da própria categoria.
Como usar as tendências de compras online para o seu negócio
- Experimente setores em crescimento
- Personalize a experiência de compra
- Planeje a logística específica de cada categoria
Os negócios online podem se manter relevantes acompanhando as principais tendências. O valor está no que as categorias de crescimento rápido fazem de diferente e no que as mais lentas precisam corrigir.
Ao ajustar seu catálogo de produtos com base na demanda do consumidor, você pode economizar dinheiro e construir uma marca mais forte. Aqui estão algumas maneiras de aproveitar os dados sobre a popularidade dos produtos:
Experimente setores em crescimento
Muitas empresas obtêm sucesso ao otimizar a loja virtual para uma categoria específica de produtos. Essa estratégia permite oferecer uma experiência mais especializada e atender melhor às necessidades do público-alvo. Por outro lado, também pode limitar o potencial de crescimento do negócio, já que o tamanho da base de clientes depende do nicho escolhido.
Categorias como alimentos, bebidas e beleza crescem porque estimulam compras recorrentes. Se o seu e-commerce depende principalmente de compras únicas, vale a pena buscar maneiras de incentivar os clientes a voltar.
Isso pode significar testar modelos de assinatura, oferecer refis, criar kits de produtos ou enviar lembretes para recompra. Você não precisa mudar de categoria para aplicar essas estratégias. Comece com um teste em pequena escala e avalie se ele aumenta a recorrência de compras.
Personalize a experiência de compra
À medida que o crescimento do mercado desacelera, a relevância passa a ser mais importante do que o alcance. Nesse cenário, oferecer uma experiência personalizada pode ser um diferencial para se destacar em categorias altamente competitivas.
A personalização ajuda a criar experiências mais relevantes ao usar dados dos consumidores para compreender suas preferências e adaptar a jornada de compra. Os clientes esperam encontrar recomendações e ofertas alinhadas aos seus interesses, mas isso não exige soluções complexas. Informações como histórico de compras, comportamento de navegação e preferências básicas já permitem tornar a experiência mais intuitiva e eficiente.
Na prática, a personalização pode ser aplicada por meio de campanhas de e-mail segmentadas, recomendações de produtos com base no histórico de navegação e compras e programas de fidelidade que incentivam novas compras. Até mesmo ações simples, como chamar o cliente pelo nome, contribuem para fortalecer o relacionamento com a marca e melhorar a experiência de compra.
Planeje a logística específica de cada categoria
Não existe um manual de logística universal. Cada categoria tem seus próprios pontos de falha: devoluções, suporte, custo de frete ou confiabilidade. Planejar-se para essas realidades desde cedo ajuda a proteger as margens e sustentar o crescimento do negócio.
Moda
A moda tem algumas das maiores taxas de devolução no e-commerce, impulsionadas por questões de tamanho, caimento e preferência subjetiva. Devoluções gratuitas podem aumentar a conversão, mas comprimem as margens rapidamente.
Considere:
- Guias de tamanho claros e conteúdo sobre caimento para reduzir devoluções evitáveis
- Regras de devolução que protejam a margem (itens em promoção final, fluxos de troca prioritária)
- Logística reversa ágil para repor o estoque rapidamente
Móveis
A logística de móveis é naturalmente cara: os itens são volumosos, frágeis e frequentemente personalizados.
Considere:
- Frete para cargas volumosas
- Prazos de entrega claros e opções de entrega com montagem
- Fluxos de tratamento de avarias e substituição
DIY e ferramentas
As devoluções geralmente acontecem porque os clientes compraram o item errado, não porque mudaram de ideia.
Considere:
- Filtros de compatibilidade e especificações detalhadas
- Kits baseados em projetos para reduzir as suposições
- Orientações claras de uso e instalação
Alimentos e bebidas
A logística de alimentos depende da consistência. Entregas atrasadas ou falta de estoque quebram hábitos rapidamente.
Considere:
- Gestão de cadeia fria ou prazo de validade quando necessário
- Janelas de entrega previsíveis
- Fulfillment de assinaturas que não falhe
As redes sociais moldam as tendências de compras online
As redes sociais não apenas influenciam as principais categorias de compras online; elas são um canal de vendas significativo por si só. No Brasil, a recomendação de influenciadores digitais levou 69% dos usuários de redes sociais a comprar um produto nos seis primeiros meses de 2026. Entre esses consumidores, 72% afirmaram ter descoberto o produto no Instagram, demonstrando o impacto do social commerce nas decisões de compra.
Esse comportamento também se reflete em outras plataformas. Só no TikTok, a hashtag #TikTokMadeMeBuyIt (#TikTokMeFezComprar, em português) acumula 24 milhões de publicações marcadas. O mesmo padrão aparece no Instagram e no Facebook, onde tags de produtos, checkout no aplicativo e vitrines de criadores transformam conteúdo em comércio sem precisar redirecionar para um site de e-commerce tradicional.
É por isso que categorias como beleza, moda, casa, alimentos e produtos que resolvem problemas do dia a dia costumam se destacar nas redes sociais. Elas são fáceis de demonstrar, geram validação social e incentivam compras por impulso.
💡 A Shopify facilita a conexão da sua loja com as redes sociais para você vender onde seus clientes estão.
Perguntas frequentes sobre categorias de produtos mais vendidos online
Quais são as categorias de compras online mais populares no Brasil?
- Eletrodomésticos
- Telefonia
- Casa e Decoração
- Informática
- Eletrônicos e Moda
Quais são as categorias de compras online mais populares no mundo?
- Eletrônicos
- Moda
- Alimentos
- Produtos de faça você mesmo e ferramentas
- Móveis
- Beleza e cuidados pessoais
- Bebidas
Qual é a categoria de varejo online que mais vende?
De acordo com as últimas projeções, os eletrônicos lideram como a categoria de varejo online que mais vende em todo o mundo, com receita global atingindo US$ 976,02 bilhões em 2024 e projetada para ultrapassar US$ 1 trilhão até 2030.
Qual é o produto mais vendido no mundo?
Não existe um único produto que lidere as vendas em todas as plataformas de e-commerce do mundo. O crescimento do setor acontece no nível das categorias, e não de um SKU específico. Globalmente, a maior parte das compras online está concentrada em itens de consumo recorrente, como roupas, alimentos e produtos de cuidados pessoais, impulsionados por uma demanda contínua dos consumidores, e não por compras pontuais.
Quais são os 4 tipos de categorias de produtos?
A maioria das lojas virtuais agrupa produtos em quatro categorias principais:
- Produtos de conveniência: itens de baixo custo, comprados com frequência e com pouca reflexão. Categorias como compras de supermercado online se encaixam aqui, impulsionadas pelo hábito, pelas compras via celular e pelo comportamento recorrente do consumidor.
- Produtos de comparação: os consumidores analisam preço, qualidade, avaliações e alternativas antes de comprar. Moda e vestuário se encaixam nessa categoria, razão pela qual marcas que lançam lojas de roupas online investem bastante em guias de tamanho e avaliações de clientes.
- Produtos especiais: itens de alta consideração e forte preferência por marca. Alguns exemplos são eletrônicos premium, móveis de design e marcas de beleza cult, que frequentemente estão entre as principais categorias em receita, apesar da menor frequência de compra.
- Produtos não procurados ou de nicho: não são ativamente buscados até que surja uma necessidade. Muitas categorias de nicho têm bom desempenho online porque a descoberta direcionada, o conteúdo educativo e as vendas baseadas em conteúdo reduzem o atrito no processo de compra.

