O marketplace é um grande shopping virtual. É um espaço online em que pessoas e lojistas podem anunciar produtos, expondo-os a um público bastante diverso. Mercado Livre, Americanas, Submarino, Shopee e Amazon são exemplos de marketplaces.
Existem centenas de locais para vender online. Alguns sites focam em nichos específicos, como videogames ou tecnologia. Outros marketplaces permitem que os varejistas vendam tudo, de roupas a móveis e mais.
Há muitos benefícios para a venda por meio de marketplaces online, mas é importante considerar fatores como taxas de vendas ao decidir onde oferecer seus itens.
Este guia cobre os sites de venda mais populares, além de dicas para decidir quando vender por meio de um marketplace e quando criar sua própria loja.
Venda itens da sua própria loja
Se você não tem certeza de onde começar, a venda de itens por meio de uma loja online permite que você mantenha grande parte dos seus lucros do que se vendesse em um marketplace. Você também evita taxas por listagem nos marketplaces e as regras de outra plataforma.
Quando você opera uma loja de e-commerce, você não paga taxas de anúncio por cada venda ou precisa seguir as regras de outro site.
A Shopify é a maneira mais rápida de criar a sua própria loja. Escolha entre mais de 200 modelos, adicione o checkout e use ferramentas integradas para certificados SSL e etiquetas de envio.
Use a Shopify para vender do seu site, em marketplaces como Amazon, e nas redes sociais.
💡 Crie sua loja para começar a vender hoje.
Os principais marketplaces para anunciar seus produtos em 2026
Confira os marketplaces mais famosos no Brasil para vender seus produtos e alcançar um público-alvo mais rapidamente.
1. Amazon
Em 2025, o e-commerce brasileiro movimentou R$ 235,5 bilhões, registrando uma alta de 15,3%. À medida que as vendas de e-commerce continuam aumentando, a Amazon é o maior marketplace global, dominante em muitos países estrangeiros e no Brasil. Com mais de 250 centros logísticos no Brasil, o marketplace atrai milhares de vendedores e milhões de clientes.
Taxas da Amazon
O custo para vender na Amazon depende do seu plano, categoria de produtos, estratégia de fulfillment e outras variáveis. Por exemplo, a Amazon cobra 10% de comissão sobre alimentos e bebidas e TVs, mas cobra 15% de comissão sobre livros e mídia. No mínimo, você pagará R$ 19 mensais no Plano Profissional.
2. Mercado Livre
O Mercado Livre é o marketplace mais popular da América Latina, atuando em mais de 18 países e milhões de usuários ativos no Brasil. Os vendedores na plataforma anunciam diversos produtos dentre as 31 categorias principais.
Taxas do Mercado Livre
O Mercado Livre cobra entre 10% e 19%, dependendo do tipo de anúncio e categorias; não há custo fixo para compras acima de R$ 79. Com a possibilidade de ter uma loja grátis nos três primeiros meses, o Mercado Livre tem uma central de aprendizagem completa para que os lojistas tirem todas as dúvidas e façam cursos sobre como operar na plataforma.
3. Shopee
A Shopee é líder do setor de marketplace no Brasil, com mais de três milhões de vendedores registrados na plataforma. Desde a chegada no país, o app ganhou espaço na vida dos consumidores para compras, de eletrônicos até roupas e outros produtos para casa e lazer.
Taxas da Shopee
A Shopee cobra entre 14% e 20%, dependendo do tipo de anúncio e categorias; o custo fixo também varia de R$ 4 a R$ 26 por item.
4. Magalu
A Magalu é um marketplace gigante familiar dos brasileiros. O marketplace registrou uma receita de R$ 38,7 bilhões em 2025 e R$ 100 milhões em vendas somente pelo WhatsApp com o uso da inteligência artificial (IA) própria, chamada de “WhatsApp da Lu”. Foram 7,7 milhões de usuários usando essa ferramenta para fazer compras diretamente pelo aplicativo de mensagens.
Para quem se interessa pelo Magalu Marketplace, é importante saber também que, além dele, você também pode anunciar nos outros sites do grupo: Netshoes, Zattini, Kabum, Estante Virtual e Época Cosméticos.
Taxas da Magalu
A Magalu cobra entre 10% e 20%, dependendo da categoria; a taxa de frete grátis varia de acordo com o peso do produto.
5. Facebook Marketplace
No Facebook Marketplace, tanto usuários comuns quanto páginas de empresas podem criar anúncios de vendas, sem custos. Para empresas, é possível também criar anúncios pagos para impactar consumidores que navegam nas páginas do app. A Meta também fez parceria com plataformas como a Shopify para que lojistas possam listar produtos e encontrar novos clientes.
Taxas do Facebook Marketplace
Não há custos para vendas locais com retirada presencial.
6. Google Shopping
O Google Shopping é um agregador de vários marketplaces com base nos termos de pesquisa do usuário. Nele, você pode comparar preços e prazos de entrega de acordo com a sua atividade, como pesquisas recentes no Google.
Usando a integração Google & YouTube da Shopify, é possível sincronizar o catálogo da sua loja com o Google Shopping. Dessa forma, você impacta potenciais clientes diretamente nos resultados de busca da plataforma.
Taxas do Google Shopping
Não há custos, pois o Google Shopping apresenta resultados de pesquisa de produto com base na atividade de usuários.
7. Shein
A Shein ganhou muita visibilidade pelos itens de moda diferenciados a preços bem acessíveis. Ao expandir a atuação em categorias, o site abriu espaço para lojistas brasileiros anunciarem produtos no marketplace.
Taxas do Shein Marketplace
A Shein cobra uma comissão entre 16% e 20%, que varia entre categorias de produtos. O marketplace apresenta detalhes sobre os requisitos de venda para diferentes tipos de negócios.
Qual é a diferença entre loja virtual e marketplace?
Quando você tem um e-commerce próprio, o espaço da loja virtual é total e exclusivamente seu. Já o marketplace é um modelo de negócio que abriga diversas empresas que competem com você nesse mesmo espaço “emprestado”.
No marketplace, o lojista não é dono do site; em vez disso, tem uma conta de vendedor que permite o anúncio e a venda de mercadorias.
Ter um espaço totalmente seu significa ter mais autonomia: ao abrir uma loja virtual, você tem total controle sobre todas as ações do seu negócio, do planejamento de marketing à logística.
Os benefícios de usar um marketplace para vender incluem um maior alcance de público (devido ao alto ranqueamento em mecanismos de busca), estrutura e custos reduzidos (o marketplace cobra comissões sobre as vendas, diferente dos custos iniciais para abrir uma loja própria) e mais credibilidade para iniciantes (não é preciso consolidar sua marca para vender produtos).
No entanto, as desvantagens de vender em marketplaces incluem o baixo controle sobre o canal de vendas (já que você é apenas mais um lojista dentre vários) e os custos de comissão (que variam muito entre os marketplaces e podem aumentar dependendo da categoria do produto).
Também há o enfraquecimento de marca (se você já usa um marketplace de alto alcance, não precisa construir sua marca, o que pode invisibilizar o seu negócio) e a concorrência acirrada (vários outros lojistas estão apresentando produtos similares a preços variáveis). Como todas as listagens de produtos estão em apenas uma plataforma, você não tem uma base de clientes fixa nem acesso aos dados deles para obter métricas úteis sobre o desempenho da sua loja.
Transforme sua loja em um shopping virtual
Para começar a construir sua marca, é essencial avaliar as vantagens e desvantagens desse modelo de negócio para o que você quer desenvolver. Estude bem o que vai funcionar para você e para o nicho em que você quer atuar.
Todo empreendedor online deve explorar diferentes canais de venda, seja para um negócio de dropshipping ou para vender produtos próprios. O ideal é não depender exclusivamente dos marketplaces: ter uma loja virtual própria permite construir sua marca, se conectar diretamente com os clientes e reter uma fatia maior dos lucros. Os melhores canais de venda são aqueles que você controla.
Se o marketplace for a melhor opção para você no curto prazo, lembre-se que para crescer será indispensável investir em um e-commerce próprio a médio prazo para que seu negócio decole. Para não deixar para depois, confira agora todos os planos da Shopify disponíveis e aproveite a avaliação gratuita.
Ler mais
- Perguntas frequentes sobre a Shopify Brasil
- Abra um negócio de dropshipping
- Como vender no Mercado Livre- o passo a passo para sua loja decolar
- Como configurar um programa de afiliados para sua loja Shopify
- Checkout transparente na Shopify- tudo o que você precisa saber
- Como calcular frete dos Correios- uma conta mais simples do que você imagina
- Hora de brilhar: como criar um press kit que chame a atenção em 2024
- Rumo ao topo- como o Google Meu Negócio ajuda a se destacar nos resultados de busca
- Compras de Natal- em busca do presente de última hora
- 5 Maneiras de Aprimorar Sua Segurança na Internet
Perguntas frequentes sobre o que é marketplace
Como começar a vender online?
- Use uma plataforma de e-commerce para criar sua própria loja virtual.
- Torne-se um vendedor em plataformas de marketplace como Amazon, Mercado Livre ou Shopee.
- Venda nas redes sociais, como Facebook e Instagram.
- Inicie um negócio de dropshipping.
- Venda produtos usados por meio de aplicativos de revenda.
Quais são os melhores marketplaces para vendas online?
- Sua própria loja
- Magalu
- Shein
- Amazon
- Facebook Marketplace
- Shopee
- Mercado Livre
- Google Shopping
Como posso vender online de graça?
O único marketplace famoso que não cobra taxa de comissão por cada venda feita é o Facebook Marketplace. No entanto, você precisará lidar com o envio (local ou via Correios) ou combinar com o comprador para que ele venha até você e busque o produto.
Devo vender em um marketplace ou na minha própria loja?
Use os dois métodos. Os marketplaces oferecem acesso imediato a compradores enquanto a sua própria loja virtual garante controle total sobre a marca e o relacionamento com os clientes. Considere começar pelos marketplaces para validar seus produtos e gerar as primeiras vendas enquanto constrói sua própria loja para obter crescimento de longo prazo.









